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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

domingo, 14 de novembro de 2010

Uma aiola carregada de castanhas para todos!


Cascómetro

As cascas não são no chão são dentro do CASCÓMETRO...Obrigado! a todos os alunos com atitudes cívicas, de respeito pelo nosso ambiente.



São Martinho'10 na Soromenho

No passado dia 11 de Novembro, celebrámos na nossa escola o já tradicional Magusto.
Este ano lectivo o São Martinho foi trabalhado na disciplina de Educação Visual e Tecnológica e em Área de Projecto. Os alunos tiveram a oportunidade de trabalhar conteúdos relacionados com as tradições desta data festiva tais como: gastronomia; quadras da época; valores de solidariedade e partilha; saber quem foi realmente São Martinho e em que época viveu; conhecer a Lenda e o seu valor simbólico representado pelos alunos através da ilustração e da Banda Desenhada. Foram ainda transmitidos valores ecológicos ao utilizarmos materiais de desperdício e reutilizáveis, uma parceria com o projecto Eco-escolas implementado na nossa escola.
Fomos ainda brindados com uma canção ilustrativa do Powerpoint musicado de uma das profissões tradicionais portuguesas “O assador de castanhas”.
Esta actividade decorreu no último tempo da tarde no refeitório e no bar, tendo nela participado todas as turmas que se encontravam em horário escolar e os alunos, professores, funcionários e Encarregados de Educação que nela quiseram participar. É de salientar que tudo decorreu pelo melhor e que devido à generosa dádiva de 10 castanhos e duas batatas-doces por parte de cada um foi possível todos partilharmos um momento agradável.
É de salientar ainda que todos tiveram valores de cidadania ao não colocar lixo no chão e para tal podemos contar com um “Cascómetro”, uma ideia original para colocarmos as cascas das castanhas.

Powerpoint apresentado no Magusto'10

Powerpoint musicado com letra de Ary dos Santos
música de Paulo de Carvalho e cantado por Carlos do Carmo, acompanhado por uma turma de 5ºano da nossa escola, uma homenagem ao "Homem das castanhas".

O homem das castanhas

Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio.

É um cartucho pardo a sua vida,
e, se não mata a fome, mata o frio.
Um carro que se empurra,
um chapéu esburacado,
no peito uma castanha que não arde.
Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado
o homem que apregoa ao fim da tarde.
Ao pé dum candeeiro acaba o dia,
voz rouca com o travo da pobreza.
Apregoa pedaços de alegria,
e à noite vai dormir com a tristeza.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais calor p'ra casa.

A mágoa que transporta a miséria ambulante,
passeia na cidade o dia inteiro.
É como se empurrasse o Outono diante;
é como se empurrasse o nevoeiro.
Quem sabe a desventura do seu fado?
Quem olha para o homem das castanhas?
Nunca ninguém pensou que ali ao lado
ardem no fogareiro dores tamanhas.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Decoração do Refeitório e Bar para o S. Martinho'10 na Soromenho

Quentes e boas...

Parabéns ao Departamento de Expressões pelo excelente trabalho de decoração e pelo trabalho que os alunos desenvolveram nas aulas de Educação Visual e Tecnológica e Área de Projecto.


quarta-feira, 10 de novembro de 2010















A Banda desenhada é uma maneira de contar histórias através da combinação de imagens e texto.
A sequência das imagens é a característica mais importante nesta forma de comunicação.
Sendo esta uma das áreas de exploração possíveis de trabalhar na disciplina de EVT aqui vós apresento alguns miminhos dos alunos que já terminaram, aguardem por mais.

Martinho de Tours, nasceu na actual Hungria, em 316 ou 317. Era filho de um oficial do exército romano e aos 15 anos de idade, entrou também ele para o exército, embora querendo já na altura fazer-se monge.
Provavelmente em 338, em Amiens (França), durante uma ronda nocturna no rigor do Inverno, encontrou um pobre semi-nu: não tendo dinheiro para lhe valer, com a espada dividiu ao meio o seu manto, que repartiu com o desconhecido. Na noite seguinte, em sonhos, Martinho viu Jesus que lhe disse ser ele o pobre mendigo.
Martinho continuou como oficial da guarda imperial romana até aos 40 anos. Mais tarde abandonou a vida militar e foi viver para um mosteiro.
Foi eleito por aclamação bispo de Tours em 4 de Julho de 371.
A sua generosidade e a sua bondade ilimitada ainda hoje são mantidas .
A sua memória religiosa é festejada a 11 de Novembro.

Texto adaptado de um artigo de M. Alves de Oliveira, da Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura, Edição Século XXI.